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Lula ataca campanha de Flávio Bolsonaro no RJ e dispara: “baixo nível”; VEJA VIDEO

Lula participa de caminhada em Copacabana, no Rio, critica Flávio Bolsonaro e acusa o adversário de mentir durante o último dia de campanha antes do segundo turno.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou neste sábado (24) de um ato de campanha na Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, na véspera do segundo turno das eleições presidenciais. A mobilização reuniu apoiadores do petista na orla e foi marcada por críticas ao senador Flávio Bolsonaro (PL), adversário na disputa pela Presidência da República.

Durante declarações à imprensa antes da caminhada, Lula classificou a campanha de Flávio como a de “mais baixo nível” que já enfrentou e acusou o adversário de não ter compromisso com a verdade. As afirmações ocorreram um dia depois do debate presidencial promovido pela TV Globo, realizado na sexta-feira (23).

A concentração de apoiadores começou pela manhã, na altura do Posto 5 da Avenida Atlântica. A caminhada integrou a agenda final do presidente no Rio de Janeiro antes da votação de domingo (25), quando os eleitores escolherão entre os dois candidatos no segundo turno.

O ato contou com a presença de aliados políticos e integrantes da campanha de Lula, entre eles o ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (PSD), a deputada federal Benedita da Silva (PT) e a primeira-dama Janja Lula da Silva. A mobilização ocorreu em um momento decisivo da disputa eleitoral, com as campanhas concentradas nos últimos contatos com os eleitores antes do encerramento da votação.

Lula critica Flávio Bolsonaro e faz acusações durante ato no Rio

Em conversa com jornalistas, Lula afirmou que já enfrentou adversários de diferentes correntes políticas ao longo de sua trajetória eleitoral, mas disse considerar a atual disputa diferente das anteriores.

“Dessa vez, eu tive que disputar eleição com uma pessoa que não é uma pessoa, é uma mentira”, declarou o presidente, conforme o relato apresentado sobre o evento.

Na sequência, Lula afirmou que nunca havia enfrentado um adversário que, em sua avaliação, demonstrasse tamanho descompromisso com a verdade. As declarações foram direcionadas a Flávio Bolsonaro, que disputa o segundo turno contra o atual presidente.

O petista também mencionou nomes históricos da política brasileira, como Ulysses Guimarães, Leonel Brizola, Fernando Henrique Cardoso e Mário Covas. Ao citar antigos adversários, Lula procurou contextualizar sua trajetória política e reforçar a crítica que fazia à postura de Flávio durante a campanha.

As declarações representam a avaliação do presidente sobre o comportamento do senador e devem ser entendidas como parte do confronto político entre os dois candidatos. A acusação de que Flávio mente foi feita por Lula durante a campanha e não constitui, por si só, comprovação independente das afirmações.

A troca de críticas ocorre após uma campanha marcada por confrontos públicos, declarações controversas e discussões sobre temas econômicos, segurança pública e políticas sociais. O debate da TV Globo, realizado na noite anterior, foi um dos últimos momentos de confronto direto entre os candidatos antes da votação.

VIDEO:

Lula cita Maluf e Garotinho ao comparar adversários políticos

Durante a conversa com jornalistas, Lula também mencionou o ex-deputado federal Paulo Maluf e o ex-governador Anthony Garotinho. Ao fazer as referências, o presidente afirmou que, em sua avaliação, nem mesmo esses antigos adversários se comparariam ao comportamento que atribui a Flávio Bolsonaro.

“Todo mundo sabe quem era o Maluf, o [Anthony] Garotinho. Mas, perto dele [Flávio], ninguém se iguala porque o nome dele é mentira, mentira e mentira”, declarou o petista.

Lula acrescentou que, segundo sua avaliação, o senador decoraria textos e apresentaria declarações contraditórias durante a campanha. As críticas foram feitas em tom contundente e reforçaram o embate verbal entre os dois candidatos na reta final da disputa.

A menção a políticos de diferentes períodos também remete ao histórico de confrontos eleitorais de Lula. Ao longo de sua carreira, o presidente participou de diversas eleições presidenciais e disputou debates com candidatos de diferentes partidos e orientações políticas.

No entanto, as comparações feitas em Copacabana refletem a interpretação do próprio Lula sobre a campanha de 2026. A avaliação sobre o comportamento de Flávio não deve ser confundida com uma conclusão factual independente sobre todas as declarações do senador.

O discurso ocorreu em um momento no qual os candidatos procuram consolidar o apoio de seus eleitores e alcançar pessoas que ainda podem estar indecisas. Como a votação está marcada para o dia seguinte, as manifestações públicas e os últimos compromissos de campanha ganham destaque na cobertura eleitoral.

Quem acompanhou Lula em Copacabana e qual foi a agenda final da campanha

Lula participou da caminhada acompanhado de aliados políticos, representantes do PT e integrantes de sua equipe de campanha. Entre os nomes citados na mobilização estavam Eduardo Paes, Benedita da Silva e Janja Lula da Silva.

A concentração começou às 9h, no Posto 5 de Copacabana, com a caminhada prevista para ocorrer pela orla. A presença de apoiadores ocupou trechos da Avenida Atlântica ainda durante a manhã, segundo relatos publicados por veículos de imprensa.

O ato no Rio fez parte da programação final da campanha presidencial de Lula. Depois da mobilização em Copacabana, o presidente tinha prevista uma agenda em São Paulo, com caminhada pela Avenida Paulista durante a tarde, também na véspera do segundo turno.

A reta final da campanha concentrou atividades de rua, declarações à imprensa e mobilizações de apoiadores. Com a votação marcada para domingo (25), os compromissos do sábado representaram uma das últimas oportunidades de os candidatos se dirigirem publicamente ao eleitorado antes do encerramento da campanha.

O resultado da eleição será definido pelos votos registrados nas urnas e pela apuração oficial da Justiça Eleitoral. As declarações feitas em Copacabana integram o contexto político da disputa, mas não determinam o desfecho da votação.

Sobre o ato de Lula em Copacabana

1. Por que o ato ocorreu em Copacabana?

A caminhada integrou a agenda de campanha de Lula no Rio de Janeiro na véspera do segundo turno. A orla foi escolhida como ponto de concentração para a mobilização de apoiadores.

2. O que significa a expressão “baixo nível” usada por Lula?

O presidente utilizou a expressão para criticar a postura de Flávio Bolsonaro durante a campanha. Trata-se de uma avaliação política feita por Lula, e não de uma classificação oficial do debate.

3. Lula participou de outros atos no mesmo dia?

Sim. A agenda divulgada para o sábado previa uma caminhada em Copacabana e outra mobilização em São Paulo, na Avenida Paulista, durante a tarde.

4. O ato em Copacabana foi o último compromisso de Lula antes da votação?

Não. A programação também previa a caminhada na Avenida Paulista, em São Paulo, antes do segundo turno de domingo (25).